Cidadania para todos

Secretaria de Cidadania e Habitação se reúne com entidades para orientar a respeito da utilização de recursos

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#Pracegover: Imagem da reunião

O auditório do Centro Administrativo recebeu na tarde de ontem, quinta-feira (7), representantes de diversas entidades e conselhos para reunião extraordinária com a equipe da recente criada Secretaria de Cidadania e Habitação. A pasta, que é responsável por promover cidadania e dignidade no município, será chefiada por Ana Maria de Andrade Silva, que tem experiência há mais de 30 anos em projetos sociais. 

 

O encontro teve por objetivo convocar todas as entidades que receberam recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e do Fundo Municipal do Idoso de Paracatu (FMIP), como a Apae, Associação Guarda Mirim, Associação Esportiva Kada, Fundação Conscienciarte, Projeto Conviver de Braços Abertos Para Você, Lar São Vicente de Paulo, entre outros.

 

Ana Maria revela que os recursos foram disponibilizados ainda em 2020, pela equipe de transição do governo, e que para garantir a sua utilização é preciso adequar alguns documentos e projetos. Ela destaca que é preciso estar atento aos prazos e à legislação vigente. 

 

"Nós convidamos as entidades para orientá-las sobre como elas devem proceder para abrir no sistema, pedir a prorrogação do plano de trabalho, para que ela não venha a ser penalizada e seja preciso devolver o recurso. A nossa preocupação é que as entidades tenham força e possam desenvolver projetos, uma vez apresentados e aprovados, e receber os recursos para isso”, comenta Ana Maria.

 

Na ocasião, a secretária aproveitou para se apresentar e se colocar à disposição para auxiliar nas dúvidas que possam surgir. A ação social irá desenvolver um plano com metas a serem cumpridas a curto e longo prazo. Assim que houver um planejamento, a pasta irá realizar um trabalho corpo a corpo, juntos às instituições, e pretende ainda buscar parcerias com o Estado e União.

 

Na perspectiva de Ana Maria, o trabalho da ação social será humanizado. Ela acredita que Paracatu avançou no tema, mas diz que é preciso atuar fortemente nas áreas carentes, e avançar ainda mais. "Quando se trata de pessoas é preciso ter sensibilidade, porque lá estão os mais vulneráveis. Então, o gestor tem que ser muito sensível a este público e buscar soluções para tirá-lo da situação que ele se encontra”, acredita.

 

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