Localizada no noroeste mineiro, a cidade de Paracatu nasceu na primeira metade do século XVIII, sob o signo do ouro. Durante quase um século, o metal floresceu generosamente nos depósitos de aluvião, encontrados facilmente nos diversos córregos do município. A atração exercida pela abundância com que o ouro fluía de seus veios de água contribuiu para o rápido crescimento do arraial.

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A povoação surgiu em 1730. Em 20 de outubro de 1798, um alvará de Dona Maria I oficializou a criação da Vila de Paracatu do Príncipe. A efêmera riqueza, entretanto, logo se dissipou e o declínio produtivo do ouro provocou a decadência econômica da vila. Em meados do século XX, com a construção de Brasília, a região tomou novo impulso e Paracatu beneficiou-se da sua situação às margens da BR 040.

Hoje, mais de 200 anos depois, o município é destaque em Minas Gerais e no Brasil por sua economia, pela moderna produção de ouro e grãos e também pela pecuária.

Com cerca de 85 mil habitantes, sendo 66 mil na zona urbana, a cidade é referência na região Noroeste de Minas Gerais e se orgulha de sua gente hospitaleira e da sua tradição cultural.

Localização: noroeste de Minas Gerais, a 40 km da divisa com o Estado de Goiás
Área total: 8.241 km2
Altitude (sede): 687 metros
Temperatura média máxima: 30ºC
Temperatura média mínima: 14ºC
Temperatura média anual: 24,4ºC
População: 85 mil habitantes
Vegetação: típica de cerrado
Acesso: rodovias BR 040 e MG 188
Distâncias:
Belo Horizonte: 482 km
Brasília: 220 km
Uberlândia: 330 km

A vocação mineradora de Paracatu continua sendo a marca da cidade, que conta com reservas de ouro, calcário, zinco e chumbo. A agropecuária é também uma importante atividade para a economia. Paracatu dispõe de mais de 40 mil hectares de área irrigada, com produção mecanizada de milho, feijão e soja, além da fruticultura, café e algodão. Os agricultores e pecuaristas estão organizados em cooperativas que oferecem crédito, treinamento e assistência técnica, aumentando a qualidade e a competitividade dos produtos.